As 6 Aparições do Domingo de Páscoa

por Mariana Manzanares | Festas litúrgicas

Para os cristãos, o Domingo de Páscoa é a “festa das festas”, pois celebramos a gloriosa ressurreição de Nosso Senhor. Nesse dia culmina a missão terrena de Jesus, pois com a sua ressurreição venceu definitivamente a morte e o pecado. A morte já não tem a última palavra. Com a sua Paixão, Morte e Ressurreição, Jesus Cristo nos salvou da condenação e abriu as portas do paraíso. Assim, a Ressurreição confirma a natureza divina do nosso Redentor.

A ressurreição é um fato histórico, verificável. Foi atestado pelos discípulos e pelas mulheres que encontraram o túmulo vazio. São Paulo ensina:

E se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação e vã também a vossa fé, e os vossos pecados não foram perdoados. (1Cor 15, 14, 17b)

A fé na ressurreição foi o que deu fortaleza aos apóstolos para anunciar a Boa-Nova apesar das perseguições. E também essa fé impulsionou os mártires a dar a vida pelo Senhor. Os 2000 anos de história e de sobrevivência da Igreja são prova mais que evidente dessa verdade. 

E, para provar que realmente tinha ressuscitado, Jesus apareceu a muitos no Domingo de Páscoa. Assim o afirma São Paulo:

Eu vos transmiti, em primeiro lugar, aquilo que eu mesmo recebi: Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras. Foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Apareceu a Pedro e depois aos Doze. Em seguida, apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maior parte ainda vive, e alguns já morreram. Depois, apareceu a Tiago e, de novo, a todos os Apóstolos. Por último, apareceu também a mim, que sou como um abortivo. (1Cor 15, 4-8)

Você sabia que o Evangelho narra cinco aparições de Jesus no Domingo de Páscoa? E que alguns santos falam de uma sexta aparição? Continue lendo este post para saber mais.  

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Aparições de Jesus no Domingo de Páscoa

1. A Maria Santíssima

Embora não esteja escrito no Evangelho, muitos santos afirmaram que a primeira pessoa a quem Jesus apareceu ao ressuscitar foi a sua Santíssima Mãe. E isso é lógico, porque certamente o Senhor desejaria consolar em primeiro lugar a sua Mãe, que tinha sofrido terrivelmente com a sua morte.

Místicos, como a Beata Ana Catarina Emmerich, narram esse encontro:

Enquanto a Santíssima Virgem orava interiormente, cheia de um ardente desejo de ver Jesus, um anjo veio dizer-lhe que fosse à pequena porta de Nicodemos, porque Nosso Senhor estava perto. O coração de Maria se inundou de alegria; envolveu-se em seu manto e partiu, deixando ali as santas mulheres sem dizer nada a ninguém. Eu a vi encaminhar-se depressa para a pequena porta da cidade por onde tinha entrado com as suas companheiras ao voltar do sepulcro.

 

Caminhava com passos apressados, quando a vi deter-se de repente em um lugar solitário. Olhou para o alto da muralha da cidade, e a alma de Nosso Senhor, resplandecente, desceu até a sua Mãe acompanhada de uma multidão de almas e patriarcas. Jesus, voltando-se para eles, disse: “Eis Maria, eis a minha Mãe”. Pareceu dar-lhe um beijo e logo desapareceu.

 

No mesmo instante em que um anjo entrava no sepulcro e a terra tremia, vi Nosso Senhor ressuscitado aparecendo à sua Mãe no Calvário; estava belo e radiante. A sua veste, que parecia uma taça, flutuava atrás d’Ele, era de um branco azulado, como a fumaça vista à luz do sol. As suas feridas resplandeciam, e era possível ver através dos furos das mãos. Raios luminosos saíam das pontas dos seus dedos.

 

As almas dos patriarcas se inclinaram diante da Mãe de Jesus. O Salvador mostrou as suas feridas à sua Mãe, que se prostrou para beijar os seus pés, mas Ele a levantou e desapareceu. Viam-se luzes de tochas ao longe, perto do sepulcro, e o horizonte clareava para o oriente, acima de Jerusalém.

 

A Santa Virgem caiu de joelhos e beijou o lugar onde o seu Filho tinha aparecido. Deviam ser nove horas da noite. Os seus joelhos e os seus pés ficaram marcados na pedra. A visão que tivera a tinha enchido de uma alegria indizível. E voltou reconfortada para junto das santas mulheres, que encontrou ocupadas em preparar unguentos e perfumes. Não lhes disse o que tinha visto, mas as suas forças se tinham renovado; consolou as demais e as fortaleceu na fé.

2. A Maria Madalena

Foi a primeira aparição na manhã de Páscoa, perto do sepulcro. Maria Madalena tinha ido ao sepulcro de madrugada, quando ainda estava escuro. E viu que a pedra tinha sido removida.

Correu ao encontro de Simão Pedro e de João para avisá-los de que tinham levado o corpo do Senhor e de que não sabiam onde o tinham posto. Os dois apóstolos foram ao sepulcro e viram a cena.

Mas ainda não tinham compreendido que Cristo devia ressuscitar dentre os mortos e, por isso, voltaram para casa. São João narra:

Maria tinha ficado do lado de fora, chorando junto ao sepulcro. Enquanto chorava, inclinou-se para o sepulcro e viu dois anjos vestidos de branco, sentados um à cabeceira e outro aos pés do lugar onde o corpo de Jesus tinha sido posto.

Eles lhe disseram: “Mulher, por que choras?”. Maria respondeu: “Porque levaram o meu Senhor e não sei onde o puseram”.

Dizendo isso, voltou-se e viu Jesus, que estava ali, mas não o reconheceu. Jesus lhe perguntou: “Mulher, por que choras? A quem procuras?”. Ela, pensando que fosse o jardineiro, respondeu: “Senhor, se foste tu que o levaste, dize-me onde o puseste, e eu irei buscá-lo”.

Jesus lhe disse: “Maria!”. Ela o reconheceu e lhe disse em hebraico: “Rabôni!”, que quer dizer “Mestre!”.

Jesus lhe disse: “Não me retenhas, porque ainda não subi para o Pai. Vai dizer aos meus irmãos: ‘Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus’”.

Maria Madalena foi anunciar aos discípulos que tinha visto o Senhor e que ele lhe tinha dito essas palavras. (Jo 20, 11-18)

3. Às Santas Mulheres

Jesus foi ao encontro delas enquanto se afastavam do sepulcro para dar a notícia aos discípulos. Assim o relata São Mateus:

Depois do sábado, ao amanhecer do primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. De repente, houve um grande tremor de terra: o Anjo do Senhor desceu do céu, rolou a pedra do sepulcro e sentou-se sobre ela. O seu aspecto era como o de um relâmpago, e as suas vestes eram brancas como a neve. Ao vê-lo, os guardas tremeram de medo e ficaram como mortos.

O Anjo disse às mulheres: “Não tenhais medo; eu sei que procurais Jesus, o Crucificado. Ele não está aqui, porque ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver o lugar onde ele estava e ide depressa dizer aos seus discípulos: ‘Ele ressuscitou dentre os mortos e vai à vossa frente para a Galileia: lá o vereis’. É isso o que eu tinha a vos dizer”.

As mulheres, com medo mas cheias de alegria, afastaram-se depressa do sepulcro e foram dar a notícia aos discípulos. De repente, Jesus foi ao encontro delas e as saudou, dizendo: “Alegrai-vos”. Elas se aproximaram e, abraçando-lhe os pés, prostraram-se diante dele.

E Jesus lhes disse: “Não tenhais medo; ide avisar os meus irmãos que se dirijam à Galileia, e lá me verão”. (Mt 28, 1-10)

4. A Simão Pedro

Jesus apareceu a Pedro antes que ao restante dos Doze. Esse encontro não é descrito em detalhe, mas é testemunhado pelos discípulos. 

“É verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!”. (Lc 28, 34b)

5. Aos Discípulos de Emaús

À tarde, Jesus apareceu aos discípulos que iam para Emaús:

Nesse mesmo dia, dois dos discípulos iam para um pequeno povoado chamado Emaús, situado a uns dez quilômetros de Jerusalém. No caminho, conversavam sobre o que tinha acontecido.

Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e pôs-se a caminhar com eles. Mas alguma coisa impedia que os olhos deles o reconhecessem. Ele lhes disse: “O que vínheis comentando pelo caminho?”. Eles pararam, com o rosto triste, e um deles, chamado Cléofas, lhe respondeu: “Tu és o único forasteiro em Jerusalém que ignora o que aconteceu nestes dias!”. “Que foi?”, perguntou-lhes ele.

Eles responderam: “O que se refere a Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e em palavras diante de Deus e de todo o povo, e como os nossos sumos sacerdotes e os nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Nós esperávamos que fosse ele quem libertaria Israel. Mas, com tudo isso, já faz três dias que essas coisas aconteceram.

É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deixaram desconcertados: elas foram de madrugada ao sepulcro e, não tendo encontrado o corpo de Jesus, voltaram dizendo que lhes tinham aparecido uns anjos, assegurando-lhes que ele está vivo. Alguns dos nossos foram ao sepulcro e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas a ele não o viram”.

Jesus lhes disse: “Ó homens sem inteligência, como é lento o vosso coração para crer em tudo o que os profetas anunciaram! Não era necessário que o Messias sofresse essas coisas para entrar na sua glória?” E, começando por Moisés e continuando por todas as Escrituras o que a ele se referia.

Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez menção de seguir adiante. Mas eles insistiram com ele: “Fica conosco, porque já é tarde e o dia está terminando”. Ele entrou e ficou com eles. E, estando à mesa, tomou o pão e pronunciou a bênção; depois o partiu e o deu a eles. Então os olhos dos discípulos se abriram e eles o reconheceram, mas ele tinha desaparecido da vista deles.

E diziam um ao outro: “Não ardia o nosso coração, enquanto ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?”.

Naquele mesmo instante, puseram-se a caminho e voltaram para Jerusalém. Ali encontraram reunidos os Onze e os outros que estavam com eles, e estes lhes disseram: “É verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!”. Eles, por sua vez, contaram o que lhes tinha acontecido no caminho e como o tinham reconhecido ao partir o pão. (Lc 24, 13-35) 

6. Aos Doze Apóstolos sem Tomé

Já noite adentro, e enquanto os discípulos de Emaús narravam o que tinha acontecido, Jesus se apresentou no meio deles, que estavam reunidos a portas fechadas em Jerusalém por medo dos judeus.

Ao entardecer daquele mesmo dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas do lugar onde se achavam os discípulos, por medo dos judeus, Jesus veio e, pondo-se no meio deles, disse-lhes: “A paz esteja convosco!”. Dizendo isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos se encheram de alegria ao ver o Senhor. Jesus lhes disse de novo: “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio” Depois de dizer isso, soprou sobre eles e acrescentou “Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos”.

Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando Jesus veio. Os outros discípulos lhe disseram: “Vimos o Senhor!”. Ele lhes respondeu: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo no lugar dos pregos e a mão no seu lado, não acreditarei”. (Jo 20, 19-25)

Homilia do Domingo de Páscoa de Bento XVI

Queridos irmãos e irmãs:

“Cristo, nossa Páscoa, foi imolado” (1Cor 5,7). Ressoa neste dia a exclamação de São Paulo que ouvimos na segunda leitura, tirada da primeira Carta aos Coríntios. Um texto que remonta a apenas vinte anos depois da morte e ressurreição de Jesus e que, no entanto, contém em uma síntese impressionante —como é típico de algumas expressões paulinas— a plena consciência da novidade cristã.

O símbolo central da história da salvação — o cordeiro pascal — é aqui identificado com Jesus, chamado precisamente “nossa Páscoa”. A Páscoa judaica, memorial da libertação da escravidão do Egito, prescrevia o rito da imolação do cordeiro, um cordeiro por família, segundo a lei mosaica. Na sua paixão e morte, Jesus se revela como o Cordeiro de Deus “imolado” na cruz para tirar os pecados do mundo; foi morto justamente na hora em que se costumava imolar os cordeiros no Templo de Jerusalém.

O sentido desse seu sacrifício, Ele mesmo o tinha antecipado durante a Última Ceia, pondo-se no lugar —sob as espécies do pão e do vinho— dos elementos rituais da ceia da Páscoa. Assim, podemos dizer que Jesus, realmente, levou a cumprimento a tradição da antiga Páscoa e a transformou na sua Páscoa.

A partir desse novo sentido da festa pascal, compreende-se também a interpretação de São Paulo sobre os “ázimos”. O Apóstolo se refere a um antigo costume judaico, segundo o qual na Páscoa era preciso limpar a casa até das migalhas de pão fermentado. Isso fazia parte da recordação do que tinha acontecido com os antepassados no momento da sua fuga do Egito: tendo de sair às pressas do país, levaram consigo somente pães sem fermento.

Mas, ao mesmo tempo, “os ázimos” eram um símbolo de purificação: eliminar o velho para dar espaço ao novo. Agora, como explica São Paulo, também essa antiga tradição adquire um novo sentido, precisamente a partir do novo “êxodo” que é a passagem de Jesus da morte para a vida eterna.

E, visto que Cristo, como o verdadeiro Cordeiro, se sacrificou a si mesmo por nós, também nós, seus discípulos —graças a Ele e por meio d’Ele— podemos e devemos ser “massa nova”, “ázimos”, libertos de todo resíduo do velho fermento do pecado: nunca mais malícia e perversidade no nosso coração.

“Celebremos, pois, a festa... com os pães ázimos da sinceridade e da verdade”. Essa exortação de São Paulo, com que termina a breve leitura proclamada há pouco, ressoa ainda mais intensamente no contexto do Ano Paulino.

Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite do Apóstolo; abramos o coração a Cristo morto e ressuscitado para que nos renove, para que nos limpe do veneno do pecado e da morte e nos infunda a seiva vital do Espírito Santo: a vida divina e eterna.

Na sequência pascal, como que fazendo eco às palavras do Apóstolo, cantamos: “Scimus Christum surrexisse / a mortuis vere” —sabemos que Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos. Sim, este é precisamente o núcleo fundamental da nossa profissão de fé; este é hoje o grito de vitória que une todos nós. E se Jesus ressuscitou, e portanto está vivo, quem poderá jamais nos separar d’Ele? Quem poderá nos privar do seu amor, que venceu o ódio e derrotou a morte?

Que o anúncio da Páscoa se propague pelo mundo com o jubiloso canto do aleluia. Cantemo-lo com a boca, cantemo-lo sobretudo com o coração e com a vida, com um estilo de vida “ázimo”, simples, humilde e fecundo de boas obras. “Surrexit Christus spes mea: / precedet vos in Galileam” — Ressuscitou Cristo, minha esperança! Ele vos precede na Galileia. O Ressuscitado nos precede e nos acompanha pelos caminhos do mundo. Ele é a nossa esperança, Ele é a verdadeira paz do mundo. Amém.

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O que se celebra no Domingo de Páscoa?

No Domingo de Páscoa celebra-se a Ressurreição de Jesus Cristo ao terceiro dia depois de ter sido crucificado. Para a Igreja Católica, é a festa mais importante do ano —a “solenidade das solenidades”— porque representa o triunfo definitivo da vida sobre a morte e do perdão sobre o pecado. Com esse acontecimento confirma-se a divindade de Jesus e fundamenta-se a esperança da vida eterna para todos os que creem.

O que se pode fazer no Domingo de Páscoa?

  • Participar da Eucaristia: A atividade central é ir à Missa, seja na solene Vigília Pascal (celebrada na noite anterior), seja na Missa do Dia de Páscoa.

  • Renovar as promessas batismais: É uma prática litúrgica comum na qual os fiéis renunciam ao pecado e reafirmam a sua fé.

  • Acompanhar procissões: Em muitas culturas realiza-se a “Procissão do Encontro”, em que imagens de Cristo Ressuscitado e da Virgem Maria se encontram para simbolizar a alegria da Igreja.

  • Celebrar em família: É tradição partilhar uma refeição especial, que costuma incluir cordeiro ou outros alimentos que estiveram proibidos durante a abstinência da Quaresma.

O que o ovo e o coelho têm a ver com a Páscoa?

  • O Ovo: Simboliza o túmulo vazio de Cristo. Assim como uma vida nova rompe a casca para nascer, a rocha do sepulcro se rachou para que Jesus ressuscitasse. Historicamente, também se davam ovos de presente porque o seu consumo era proibido durante a Quaresma, e o domingo era o primeiro dia em que se podia voltar a comê-los.

  • O Coelho: Segundo a lenda popular, um coelho esteve presente no sepulcro de Jesus e foi testemunha da sua ressurreição. Ao compreender que se tratava do Filho de Deus, saiu para anunciar a notícia ao mundo levando ovos pintados como símbolo de vida e alegria. Para os cristãos, procurar ovos escondidos simboliza a busca do Ressuscitado.

O que é e quanto tempo dura o Tempo Pascal?

O Tempo Pascal é o período de alegria que se segue à Ressurreição. Dura 50 dias, começando no Domingo de Páscoa e concluindo no Domingo de Pentecostes (quando se celebra a vinda do Espírito Santo). Esses cinquenta dias são celebrados com exultação como se fossem um só e único dia festivo, um “grande domingo”. Os primeiros oito dias desse tempo formam a Oitava da Páscoa, em que cada dia é vivido com o mesmo grau e solenidade que o Domingo da Ressurreição.

Onde posso encontrar Missas do Domingo de Páscoa perto de mim?

O app Horários de Missa permite localizar igrejas católicas próximas e consultar horários de Missa, confissão e adoração em tempo real. 

Quando se celebra o Domingo de Páscoa 2026?

Em 2026, o Domingo de Páscoa será celebrado em 5 de abril. Com esse dia culmina a Semana Santa, que celebra a Ressurreição Gloriosa do Senhor.